Telemedicina para a Covid-19

O assunto da Telemedicina tomou fôlego logo depois de um período imerso em discussões. Colocada à prova no Brasil devido à pandemia, a telemedicina provou tanto para a Covid-19, quanto para toda a população do país, que ela é eficiente e necessária.

O Ministério da Saúde autorizou sua aplicação para atendimentos à população em geral, contando inclusive com portaria do Conselho Federal de Medicina (CFM). Contudo, apesar de anunciada em caráter emergencial, a telemedicina deu tão certo, que continua em operação no país todo.

Antes, nos atendimentos com a telemedicina, apenas profissionais de saúde podiam usufruir desse tipo de serviço, e em geral para obter apenas aconselhamento clínico.

No entanto, neste momento, estão liberados: atendimento pré-clínico, assistencial, consultas, monitoramentos e diagnósticos.
Além disso, tanto o Sistema Único de Saúde (SUS) quanto os planos privados estão autorizados a realizarem as teleconsultas.

Do mesmo modo, atestados e prescrições médicas estão acessíveis por meio virtual, em suas plataformas, desde que o profissional de saúde responsável tenha sua devida assinatura digital.

Utilizando a Telemedicina durante a Covid-19

Diante de um cenário de muitas incertezas, o isolamento social é uma estratégia fundamental para evitar o contágio. Ou seja, a telemedicina é a única alternativa, salvo em alguns casos, de garantir os cuidados de quem está contaminado, por exemplo. E com isso, ainda preservar as demais pessoas de um contágio em cadeia.

Do mesmo modo, uma ação fundamental é o monitoramento de pacientes com suspeita de Covid-19, seus familiares, e demais pessoas que tiveram contato com o infectado. Nesse sentido, o monitoramento domiciliar é outra ferramenta decisiva.

Como funciona o atendimento com a telemedicina?

Na telemedicina, os atendimentos podem ser feitos por ligação telefônica, Apps em telefone celular, computador ou tablet. Dessa forma, a escolha do dispositivo acessado fica a cargo de médico e paciente. Todavia, o atendimento telefônico exigirá do profissional de saúde uma anamnese mais apurada, pela ausente visualização.

Ainda assim, os profissionais de saúde precisam seguir alguns itens normativos durante seus atendimentos:

  •  Zelar pela segurança dos dados dos seus pacientes
  • Atentar-se para o devido preenchimento do prontuário eletrônico do paciente;
  • Em casos suspeitos de Corvid-19, seguir os protocolos, normas e orientações do Ministério da Saúde. Bem como,
  • executar a notificação compulsória, especialmente as listadas no Protocolo de Manejo Clínico do Coronavírus (Covid-19).

O país como um caso bem sucedido através da telemedicina

O Ministério da Saúde, desde os primeiros casos do novo coronavírus no Brasil, manteve equipes de saúde que fizeram o monitoramento via telefone.

Dessa forma, foi possível acompanhar a evolução dos sintomas em pessoas com suspeita, ou com a confirmação da doença.

Assim, a telemedicina viabilizou conexões importantes e o compartilhamento de informações mundo afora!

Todavia, quando confirmado o surto no país, e a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou epidemia, iniciou-se um movimento entre médicos de todo o mundo. O objetivo primeiro era a troca de informações para as melhores práticas e estratégias a serem adotadas. Os serviços de apoio virtual, para a literatura científica registraram aumento de 80% nos atendimentos, afinal, ainda pouco se sabia sobre a doença.

Atendimento de telemedicina na rede privada

Sob a perspectiva da rede de atendimento privada que também adotou a telemedicina, não foi diferente.

O Hospital Albert Einstein, por exemplo, utilizou a teleconsulta como alternativa para conter a pandemia.

Identificou casos suspeitos e deslocou profissionais de saúde até a casa dos pacientes para coleta de testes e exames. Além disso, nos casos positivos, fez ostensivo telemonitoramento, assim como chamadas em vídeo, e até a TeleUTI.

Apesar do momento dramático que vivemos com a Covid-19, as perspectivas em relação à implementação definitiva da telemedicina no Brasil são positivas.

São muito promissoras as mudanças trazidas pelo teleatendimento, o telemonitoramento, e outras ferramentas de atendimento a distância.

A telemedicina é um suspiro para qualquer sistema de saúde, principalmente diante de todas as incertezas que vivemos na atualidade.

Além disso, só o fato de saber que podemos contar com um atendimento 24 horas haja o que houver, já conforta qualquer pessoa que sinta que sua vida está em risco.

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