Como democratizar a telemedicina no país?

O setor de telemedicina assumiu um protagonismo nunca antes visto durante a pandemia do novo Coronavírus. Mostrou praticidade e chegou a lugares que antes sequer tinha acesso, alcançando assim, um grande número de pessoas. Mas como democratizar a telemedicina no país?

Com hospitais sobrecarregados, e cenário caótico, o Conselho Federal de Medicina (CFM) passou a reconhecer e regulamentar a prática, embora essa já fosse uma demanda antiga de profissionais do setor.

Segundo a Resolução do CFM nº 1.643/2002, só é permitida a prática da telemedicina em casos específicos e emergenciais, como na emissão de laudos a distância e prestação de suporte diagnóstico ou terapêutico.

Durante o surto de Covid-19, uma resolução temporária permite mais três novos modelos para o funcionamento da telemedicina: a teleorientação, o telemonitoramento e a teleinterconsulta.

Apesar de ter um foco primeiro na lida com a pandemia, a telemedicina, mesmo durante o surto, se mostrou muito eficaz para cuidar inclusive de outras doenças.

O crescimento da telemedicina agora é inevitável. A Global Market Insights tem um estudo onde prevê o mercado global da telemedicina gerando receitas de mais de 130 bilhões de dólares até 2025.

As plataformas de telemedicina atualmente podem ser acessadas por smartphones / tablets (Android e iOS), além de computadores e ligações telefônicas.

Permitem que pacientes agendem e façam consultas com um médico generalista ou, diretamente, com um especialista. O tempo de espera curto também é uma das vantagens.

Atendimento rápido, fácil e humanizado

Com a telemedicina, é possível ter um atendimento de qualidade e uma boa curadoria médica, com atendimento rápido e humanizado. Afinal, o atendimento à distância possui suas limitações, portanto, quanto maior a sua excelência, menores os obstáculos.

Todavia, temos hoje uma maior difusão dos serviços de dados pelo país. Por isso, é muito provável que a telemedicina chegue cada vez mais a um número cada vez maior de pessoas.

Além disso, uma outra vantagem são os custos de deslocamento para pessoas que não tenham condições de se deslocarem para uma consulta, ou seja, a telemedicina também resolve esse problema.

Do mesmo modo, pessoas que moram em regiões muito remotas, e de difícil acesso, também são beneficiadas. Nesse sentido, vale imaginar o quão ruim seria se deslocar com idas desnecessárias a um pronto-socorro, por exemplo.

A Telemedicina é para todos

Ainda mais, ao se apresentar como uma solução de acesso fácil e rápido, a telemedicina propõe um uso universal em relação às classes sociais também.

Do mesmo modo que atende um ocupado executivo de poder aquisitivo alto, atende a uma população ribeirinha na amazônia.

Nesse sentido, e embora haja necessidades distintas, a telemedicina tem na prática, o seu utilitarismo contemporâneo, moderno, inovador e sobretudo, global. Como conclusão, a telemedicina é democrática, uma vez que, não se limita às barreiras econômicas ou geográficas.

Contudo, ela ainda se encontra em fase de expansão no país, e muitas inovações ainda estão por vir. Com isso, há muito potencial de crescimento em todo o território nacional, tanto na rede pública quanto na privada. Bem como, já é uma realidade cotidiana e bem sucedida em países como os EUA e China, por exemplo.

A Telemedicina continua mesmo depois da pandemia?

É inegável o sucesso e o alcance da telemedicina. Seus benefícios superam qualquer outra discussão sobre sua aplicabilidade ou metodologia. Ela é acessível, e tem como democratizar o seu uso no país porque ela é para todos.

Além disso, temos uma população mundial em franco crescimento, doenças que antes estavam abaixo dos índices preocupantes, hoje já preocupam. Segundo o IBGE, cerca de 45% da população do país tem pelo menos uma doença crônica.

Em outras palavras, não será possível, no futuro, cuidar de tanta gente apenas com atendimentos presenciais.

Telemedicina e o atendimento presencial

É importante ressaltar que em cerca de 90% dos atendimentos, os casos são resolvidos apenas pela consulta online. Todavia, ainda ocorre uma barreira cultural sobre o atendimento remoto em detrimento ao presencial. Mas isso é questão de tempo, e com o uso, os usuários mais resistentes, poderão finalmente perceber o quanto a telemedicina traz de solução para as demandas de toda a sociedade.

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